quarta-feira, 20 de julho de 2011
Tanto de mim, por aí...
concreto e jazz.
Memórias do tempo
almas penadas no quintal
desenhos do sol depois da chuva que caiu
um esboço de poema no papel de pão
e o anel que tu me deste que era vidro e se quebrou
..
Tanto de mim por aí
E a mesma solidão me acompanha
Me encharca a alma
com lágrimas que me enferrujam e ninguém vê.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A menina me espia do espelho
Me conta a história do que virá...
Miro seus olhos de reconhecimento
pedindo aos céus a paz do seu conhecimento.
Não deito grãos no escuro da noite
Não escuto os galos anunciando as manhãs
Durmo num quarto sem sonhos
Faustiano.
Assombrado por desejos que nunca tomarão forma
Quietamente acolho meu embaraço.
Quietamente me escondo dos meus pesadelos.
Enquanto o sono não chega
Adormeço a tristeza pelo futuro predestinado..
Tão logo a lua se retire do céu, sei que cederei.
Estou impossibilitada de avançar.
Impedida de tecer minha cama de capim limão e margaridas.
Não posso mudar o que passou.
Tampouco mudar o que virá.
Encouraçada sigo.
Temendo a esperança.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Para Julia.
Adoro ouvir seu riso
Que ecoa pela casa em sinal de esperança..
Sua voz doce de princesa fada
Seu abraço quente de menina passarinho
Seu colo que acalenta quando quero desaparecer no
meio do caminho.
Você deixa seu rastro de luz em todos os andares
É toda feita de encantos
quando nos oferece seu cardápio:
Um mundo de antepastos cor de rosa
Adoro ouvir seu riso
Que ecoa pela casa em sinal de esperança..
Sua voz doce de princesa fada
Seu abraço quente de menina passarinho
Seu colo que acalenta quando quero desaparecer no
meio do caminho.
Você deixa seu rastro de luz em todos os andares
É toda feita de encantos
quando nos oferece seu cardápio:
Um mundo de antepastos cor de rosa
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Oráculo de Escape
Pra quem pensa que minha poesia tem dono
Não tem não...
É matéria criativa
de cinema e explosão
Um fantasia que tento ser...
Uma farsa que quase gosto...
Um frágil delirio de ser tanto.
Pra quem pensa que minha poesia tem dono
Não tem não
Porque é puro desaparecimento nostálgico
É pura emoção de pranto diluviano
É posto o agora mais que agora...
Amores sem ilusão
Tristezas de mentirinha
Forjada solidão.
Quero o hoje mais que tudo
quero o céu grávido de poesia
quero sementes e buracos grandes
onde possa me esconder nos
dias de tormenta
Minha poesia é forjada por acaso.
Pura intuição quando me sento e deixo vir
Pura matreiragem do destino
Oráculo de escape.
Não tem não...
É matéria criativa
de cinema e explosão
Um fantasia que tento ser...
Uma farsa que quase gosto...
Um frágil delirio de ser tanto.
Pra quem pensa que minha poesia tem dono
Não tem não
Porque é puro desaparecimento nostálgico
É pura emoção de pranto diluviano
É posto o agora mais que agora...
Amores sem ilusão
Tristezas de mentirinha
Forjada solidão.
Quero o hoje mais que tudo
quero o céu grávido de poesia
quero sementes e buracos grandes
onde possa me esconder nos
dias de tormenta
Minha poesia é forjada por acaso.
Pura intuição quando me sento e deixo vir
Pura matreiragem do destino
Oráculo de escape.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
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