terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Jura
De novo seus olhos encontraram a minha sede de te ver...
Sou novamente alvo de sua prisão quando pensava que finalmente livre, podia decidir o meu caminho...
Desgarrada do teu amor
Abandonada pela minha vontade deixei de ver meu pé de jasmin crescer...
Perdida do teu amor
vaguei ensopada de lágrimas que ninguém via...
E de repente meu olhar explodiu de certezas indiretas
estava novamente ao alcance da tua rotina distraída.
Me jurei diferenças e menos doações ligeiras.
me jurei...
me jurei...
me jurei...
Mas de novo seus olhos encontraram a minha sede de te ver...
Sou eternamente alvo de sua prisão quando pensava que finalmente livre, podia decidir o meu caminho...
Sou novamente alvo de sua prisão quando pensava que finalmente livre, podia decidir o meu caminho...
Desgarrada do teu amor
Abandonada pela minha vontade deixei de ver meu pé de jasmin crescer...
Perdida do teu amor
vaguei ensopada de lágrimas que ninguém via...
E de repente meu olhar explodiu de certezas indiretas
estava novamente ao alcance da tua rotina distraída.
Me jurei diferenças e menos doações ligeiras.
me jurei...
me jurei...
me jurei...
Mas de novo seus olhos encontraram a minha sede de te ver...
Sou eternamente alvo de sua prisão quando pensava que finalmente livre, podia decidir o meu caminho...
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Rodapé
Paciência você me pediu
Mas suas palavras me custaram um descompasso em preto em branco.
Não sei ser paciente querendo tanto amar.
Não quero paciência ,brechas,estar intacta....
Não agora.
Não suporto a eternidade da paciência.
A paciência custa caro,não traz sossego.
Antes fábula que romance.
Ser paciente necessita fechar os olhos,respirar fundo
E fingir que o universo está ao alcance das nossas mãos.
Me incomodo com a paciência
A pressa pode ser displicência
Mas preciso me ausentar de mim em ti
Preciso percorrer o caminho da tua carne e suspirar surpresa
A doçura do teu hálito.
Não quero nota de rodapé.
Quero texto inteiro ....
Cheio de contradições
E carne viva.....
Mas suas palavras me custaram um descompasso em preto em branco.
Não sei ser paciente querendo tanto amar.
Não quero paciência ,brechas,estar intacta....
Não agora.
Não suporto a eternidade da paciência.
A paciência custa caro,não traz sossego.
Antes fábula que romance.
Ser paciente necessita fechar os olhos,respirar fundo
E fingir que o universo está ao alcance das nossas mãos.
Me incomodo com a paciência
A pressa pode ser displicência
Mas preciso me ausentar de mim em ti
Preciso percorrer o caminho da tua carne e suspirar surpresa
A doçura do teu hálito.
Não quero nota de rodapé.
Quero texto inteiro ....
Cheio de contradições
E carne viva.....
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Agridoce
Saio por aí a esmo e dou de falar docilidades
Nestes tempos difíceis e áridos, não encontro espaço para focos de afeto.
Me desmancho em lembranças e pequenas tragédias
Me perco nas essências e esquinas e compro com respeito a formula da liberdade.
Vende-se nos supermercados ou na drogaria mais próxima de você.
Não quero a esquisitice desses dias modernos.
Não quero me adoentar na exuberância dos meus não escritos
Naquilo que guardo atrás das retinas, no intimo das minhas segregadas dores
Amanheço delicadezas, sonho meninos de mãos dadas e seu sorriso acabrunhado me persegue nos lençóis e nos pontos coletivos.
Planto girassóis.
É mais fácil que sonhar você
Nestes tempos difíceis e áridos, não encontro espaço para focos de afeto.
Me desmancho em lembranças e pequenas tragédias
Me perco nas essências e esquinas e compro com respeito a formula da liberdade.
Vende-se nos supermercados ou na drogaria mais próxima de você.
Não quero a esquisitice desses dias modernos.
Não quero me adoentar na exuberância dos meus não escritos
Naquilo que guardo atrás das retinas, no intimo das minhas segregadas dores
Amanheço delicadezas, sonho meninos de mãos dadas e seu sorriso acabrunhado me persegue nos lençóis e nos pontos coletivos.
Planto girassóis.
É mais fácil que sonhar você
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