quinta-feira, 6 de março de 2008
Morlogia
Radical, afixo, infixo, vogal temática
Tema. Disinência
Derivação composição e hibridismo
Onomatopéia, sigla e abreviação.
E você, bem longe do meu coração.
Prefixos, sufixos e radicais.
Gregos ou latinos?
Ser ou não ser? Ter ou meter?
Substantivo ou adjetivo?
Artigo ou numeral? Pronome ou verbo?
Advérbio ou preposição?
Conjunção ou interjeição?
Morfologia ou Sintaxe?
Ou ela ou eu?
Mas pelo amor de Deus!
Não se decida pela semântica, essa deusa verbal
Cheia de nímias metidas à besta.
Mais um Estatuto
É permitido sonhar e dizer absurdos.
Todos os absurdos mais tolos
Pela manhã, logo ao desjejum.
É permitido escrever nos muros
Mas só se for para dizer te amo, e as
Palavras falarem e ouvirem o eco da
Resposta: Eu também te amo.
É permitido amar o outro
Sem cobranças, sem competições.
Que a única competição seja
Quem levanta os braços primeiro para dar o
abraço.
É permitido beijos, gozo, prazeres,
Desde que haja respeito e conivência.
Desejo e cumplicidade.
É mais que permitido muito mais que permitido
fartura na mesa.
Riqueza repartida.
Terra para todos.
Oportunidades sem medidas.
É permitido fazer poesia, todas as gentes de todas as idades
raças e credos.
É permitido fazer amor. É permitido morrer de amor,
É permitido viver de amor...
É permitido que a palavra se exponha.
Livremente livre, nua, como veio ao mundo.
Lindamente indiscreta e poderosa para romper mentes
E seguir adiante.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Magdalena Carmem Frida Kahlo

Magdalena desnuda de dolores
Carmem alimentada de amores...
Frida Kahlo,
Mujer de fracturas expuestas
donde brotan columnas sobrenaturales.
Eres la mágica hija de la revolución, una mariposa sin vuelo
Cuando una barra de hierro atravesó tu destino y
a hizo embarazarte de tu arte.
¿Frida , son blandos tus cabellos negros?
¿Tu sangre es dulce?
¿Es amarga tu alma?
¿Puedo robar tus anillos?
¿Puedes pensar en ti, ahorita?
Entoces…
Parte, ángel di alas rotas, parte…
Y lleva contigo la niña sola con sus espejos.
Saudade
Diego RiveraVendedora de fLores
Eixo
Sem seixo
Sem eira
Nem beira
Meu amor partiu
Quem sabe? Morar numa estrela
Num universo perdido
Sem lusco fusco
Ou num rio sem cabeceira
Meu amor partiu
Deixou-me à parte
Num senão amorfo
Sem tempo e sem idade
E eu fiquei sozinha
Uma palavra num papel em branco
Sonhando amanhãs
Num desatino
