segunda-feira, 15 de setembro de 2008
baby
Please baby,me deixe sozinha com minha solidão.
Meu mal,minha loucura...
É tudo tão normal, sem pressa e sem alarde.
Please baby,me deixe morrer
no meu canto
sem poesia e sem alento.
sem frases póstumas
e sem memória capital.
Na pressa do mundo sou livre e pecadora
insana e cruel.
Portanto, baby, não tenha pena de mim.
A vida.... já vem tarde.
Meu mal,minha loucura...
É tudo tão normal, sem pressa e sem alarde.
Please baby,me deixe morrer
no meu canto
sem poesia e sem alento.
sem frases póstumas
e sem memória capital.
Na pressa do mundo sou livre e pecadora
insana e cruel.
Portanto, baby, não tenha pena de mim.
A vida.... já vem tarde.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Relógios
Me ensina a não olhar os relógios
a não marcar com excelência burocrática
a hora de falar com você...
Conto os minutos minuciosamente...
uma eternidade inteira de espera
enquanto, fiel, devoro os relógios
e aguardo
meu mundo ir-se devagarinho
alimentar-se do nosso instante.
a não marcar com excelência burocrática
a hora de falar com você...
Conto os minutos minuciosamente...
uma eternidade inteira de espera
enquanto, fiel, devoro os relógios
e aguardo
meu mundo ir-se devagarinho
alimentar-se do nosso instante.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Memórias
Tropeçando entre pedras e espinhos,
Dilacero sementes para passar o tempo.
Isso me remete ás velhas brincadeiras no quintal da minha casa.
Amanheço no dia que eu chorei tanto, que minha vó se comoveu
e me ninou no colo uma canção de esquecimento.
Com amor imenso, sem ornamentos.
Calou meu pranto.
Aquece minha memória.
Dilacero sementes para passar o tempo.
Isso me remete ás velhas brincadeiras no quintal da minha casa.
Amanheço no dia que eu chorei tanto, que minha vó se comoveu
e me ninou no colo uma canção de esquecimento.
Com amor imenso, sem ornamentos.
Calou meu pranto.
Aquece minha memória.
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