sábado, 4 de outubro de 2008
Espera
Se tu queres me amar, venha logo, pois estou te esperando...
Espero-te, contando as intermináveis horas que envolvem
o véu do meu pensamento, como espadas pungentes a pesar sobre meus ombros.
Espero-te, com uma virgem ansiosa pelo dia em que,
finalmente terá seus desejos saciados.
Porque somente tu, poderás romper a barreira imposta por mim mesma.
de cercas e fortes tempestades.
De relâmpagos que cortam o céu e da carne com feridas expostas.
Venha para mim...
Sou tua desde o início dos tempos.
Amo-te desde o ventre da tua mãe.
Venha para mim neste dia com cheiros de magnólias
e nuvens cinzas.
Venha, como venhas.
Estou te esperando.
Enquanto não chegas, sigo fazendo poesia.
Espero-te, contando as intermináveis horas que envolvem
o véu do meu pensamento, como espadas pungentes a pesar sobre meus ombros.
Espero-te, com uma virgem ansiosa pelo dia em que,
finalmente terá seus desejos saciados.
Porque somente tu, poderás romper a barreira imposta por mim mesma.
de cercas e fortes tempestades.
De relâmpagos que cortam o céu e da carne com feridas expostas.
Venha para mim...
Sou tua desde o início dos tempos.
Amo-te desde o ventre da tua mãe.
Venha para mim neste dia com cheiros de magnólias
e nuvens cinzas.
Venha, como venhas.
Estou te esperando.
Enquanto não chegas, sigo fazendo poesia.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
baby
Please baby,me deixe sozinha com minha solidão.
Meu mal,minha loucura...
É tudo tão normal, sem pressa e sem alarde.
Please baby,me deixe morrer
no meu canto
sem poesia e sem alento.
sem frases póstumas
e sem memória capital.
Na pressa do mundo sou livre e pecadora
insana e cruel.
Portanto, baby, não tenha pena de mim.
A vida.... já vem tarde.
Meu mal,minha loucura...
É tudo tão normal, sem pressa e sem alarde.
Please baby,me deixe morrer
no meu canto
sem poesia e sem alento.
sem frases póstumas
e sem memória capital.
Na pressa do mundo sou livre e pecadora
insana e cruel.
Portanto, baby, não tenha pena de mim.
A vida.... já vem tarde.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Relógios
Me ensina a não olhar os relógios
a não marcar com excelência burocrática
a hora de falar com você...
Conto os minutos minuciosamente...
uma eternidade inteira de espera
enquanto, fiel, devoro os relógios
e aguardo
meu mundo ir-se devagarinho
alimentar-se do nosso instante.
a não marcar com excelência burocrática
a hora de falar com você...
Conto os minutos minuciosamente...
uma eternidade inteira de espera
enquanto, fiel, devoro os relógios
e aguardo
meu mundo ir-se devagarinho
alimentar-se do nosso instante.
Assinar:
Postagens (Atom)

